HRG recebe visita técnica da Rede de Atenção Psicossocial de Santo André

Visando melhorar o atendimento a pessoas com problemas mentais e/ou dependência química, o Hospital Regional de Gurupi (HRG) recebeu a visita técnica da equipe da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) de Santo André (SP). Na oportunidade, também estiveram presentes servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do município.

A atividade faz parte do projeto Percurso Formativo da RAPS e contou com uma oficina de apropriação do território, com foco na reabilitação psicossocial. Drauzio Viegas Junior, médico psiquiatra do RAPS de Santo André, explica que a Rede é responsável pela saúde mental no Brasil e tem o objetivo de proporcionar formação e criar grupos de discussão para conhecer a realidade local e analisar formas de melhorar o serviço por meio do trabalho em rede.

O projeto teve início em julho de 2014 com intercâmbios entre diversos estados brasileiros para trocar experiências sobre o atendimento psicossocial. No mês de fevereiro deste ano profissionais de saúde do Tocantins participaram de uma formação em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde durante um mês realizaram atividades sobre prática profissional, totalizando 160 horas.

Para o gerente de saúde mental do Estado, Vitor Melo, o projeto é fundamental para fazer um alinhamento conceitual do atendimento.

Gláucia Carneiro, coordenadora de Serviço Social do HRG, comenta que a atividade é de extrema relevância para discutir o papel de cada órgão na rede de atendimento psicossocial. “Os colaboradores não se conhecem, isso dificulta o fluxo do serviço”, explicou.

Pensando numa maior aproximação entre os órgãos responsáveis, será realizado, em data a ser definida, um café da manhã para que os envolvidos nas redes de Gurupi possam se conhecer melhor e alinhar o serviço. A visita técnica no HRG ocorreu na quarta-feira, 21.

Ambulatório de Crise

O HRG é responsável pelo atendimento do paciente em crise. Após a alta ele é encaminhado para o Ambulatório de Crise da unidade, que fica instalado na Policlínica.

Carla Prado, psiquiatra do hospital, explica que esse tipo de doença tem um curso prolongado e pode durar meses. “O objetivo principal é dar assistência a esse paciente no tratamento ambulatorial, evitando novas crises”, disse.

SESAU

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